A ida a Bonampak é feita no mesmo dia de Yaxchilán, por aquele tour comprado em Palenque. O sítio arqueológico maia ocupa 2,4 km, mas os visitantes vêem as construções mais impressionantes numa área bem menor: a Gran Plaza. É lá que ficam os prédios do reinado de Chan Muwan II, que aceitou assumir o trono desta cidade maia em 776 a.C.
Apesar de pequena, Bonampak é única em um sentido: abriga afrescos que são considerados as mais sofisticadas pinturas pré-hispânicas das Américas. Olhando o Templo de las Pinturas de fora, você não imagina o quanto ficará maravilhado – mesmo que as pinturas tenham sofrido com a má conservação desde que o sítio foi “descoberto”, em 1946. Diagramas do lado de fora do templo ajudam a identificar a história contada lá dentro, a coroação de Chan Muwan II.
Quando visitei Bonampak, vários arqueólogos estavam trabalhando in loco, inclusive no Templo de las Pinturas. Tomara que consigam preservar essa maravilha dos povos nativos do continente.

Degraus curtos na escadaria. Os maias (e nós) eram obrigados a subir de lado, sem olhar o templo de frente, em sinal de reverência
Depois de Bonampak, o tour Yaxchilán-Bonampak acabou e voltamos para Palenque, em duas horas e meia de viagem, pelo menos.















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Estou acompanhando esta bela viagem pela história pré-colombiana de nossa América. As fotos estão ótimas e o texto enxuto. Bjs
Que bom, Siclinhos!
Constatar o quanto o mundo era evoluído e como a dita civilização destruiu nações inteiras apenas por não saber lidar com as diferenças me leva a concluir que, ainda hoje, o mundo ocidental teme o conhecimento dos antigos e busca a destruição daquilo que desconhece como ocorre hoje com invasões e arrasamento no Afeganistão, Vietnã, Líbia, Irã, etc. As datas mudam mas o Ser Humano!!!!!!!!!!!
glaucia
Comecei a ler seu post e já decidi que irei acompanhar essa história e a sua viagem
ótimas fotos!!!