Arquivo do mês: fevereiro 2011

Em Bonampak, as mais sofisticadas pinturas pré-hispânicas das Américas

A ida a Bonampak é feita no mesmo dia de Yaxchilán, por aquele tour comprado em Palenque. O sítio arqueológico maia ocupa 2,4 km, mas os visitantes vêem as construções mais impressionantes numa área bem menor: a Gran Plaza. É lá que ficam os prédios do reinado de Chan Muwan II, que aceitou assumir o trono desta cidade maia em 776  a.C.

Vista geral de Bonampak

Uma estela no centro da Gran Plaza

Estela mostra o rei

Apesar de pequena, Bonampak é única em um sentido: abriga afrescos que são considerados as mais sofisticadas pinturas pré-hispânicas das Américas. Olhando o Templo de las Pinturas de fora, você não imagina o quanto ficará maravilhado – mesmo que as pinturas tenham sofrido com a má conservação desde que o sítio foi “descoberto”, em 1946. Diagramas do lado de fora do templo ajudam a identificar a história contada lá dentro, a coroação de Chan Muwan II.

Templo de las Pinturas, enquanto estava em manutenção

O teto do templo, por dentro

A coroação de Chan Muwan II

Cortejo para a coroação

Eram os deuses astronautas

Quando visitei Bonampak, vários arqueólogos estavam trabalhando in loco, inclusive no Templo de las Pinturas. Tomara que consigam preservar essa maravilha dos povos nativos do continente.

Degraus curtos na escadaria. Os maias (e nós) eram obrigados a subir de lado, sem olhar o templo de frente, em sinal de reverência

Ao chegar lá em cima, o pit stop para recuperar o fôlego é inevitável

A serpente (deus Cha'a, da chuva) em um dos cinzéis de Bonampak

Vista do alto. E os arqueólogos trabalhando

Um dos calendários que mostram "o fim do mundo como os maias o conhecem" em dezembro de 2012

Depois de Bonampak, o tour Yaxchilán-Bonampak acabou e voltamos para Palenque, em duas horas e meia de viagem, pelo menos.

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